sábado, 9 de fevereiro de 2013

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Real Steel

Às vezes é assim... temos ser de aço para aguentar os embates da vida. O que interessa é levar e continuar a seguir. Umas vezes em baixo, outras em cima. Umas levando, outras ripostando. O importante é saber quando fazer o quê.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Livros...

The Fantastic Flying Books of Mr. Morris Lessmore from Moonbot Studios on Vimeo.



Com esta descricão: Inspired, in equal measures, by Hurricane Katrina, Buster Keaton, The Wizard of Oz, and a love for books, “Morris Lessmore” is a story of people who devote their lives to books and books who return the favor. Morris Lessmore is a poignant, humorous allegory about the curative powers of story.

terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Sou tia

Sou tia, sou madrinha... gosto, tenho jeito para a coisa.

Ontem estive na praia de Zalala com uns primos meus. Parámos em casa de uns familiares deles que eu não conhecia. Senti-me esquisita, um peixe fora de água, embora os adultos me tentassem sentir o mais à vontade possível, oferecendo-me comida e falando de coisas muito importantes como a chuva e o calor.

Só quando fui adoptada pelos meninos encontrei o meu lugar. Dancei, cantei, bebi refresco, joguei às cartas e até batotei um pouco (ou fingi batotar :). E ainda assim era chamada a ser a juíza das disputas, porque como tia só eu podia ter justiça e autoridade.

E só com os meninos se ouvem coisas inteligentes. Quando os mais grandes foram ao banho ao fim da tarde, um dos meninos mais novos perguntou se não podia ir também. A mãe disse que não, que aquela era a hora dos grandes. Ao que ele rematou:'porque pode aparecer o Tio Barão?'.

Pois concerteza... o Tio Barão não tem tanto jeito com as crianças quanto eu :)

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Corvos e secretárias



A minha bruxinha já tem celular. Já não é uma menina, já é crescidinha. E a primeira pergunta que me faz? Porque são os corvos iguais às secretárias. Quer enlouquecer-me com adivinhas inadivinháveis, seguramente... Ou crê que se mais ninguém sabe, eu saberei com certeza.

E não é que há uma indústria dedicada a responder ao irrespondível? A internet é de facto uma maravilha :)

A explicação (em inglês) de: Why is a raven like a writing desk?

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A linha

Este sábado, dia 18 de Junho de 2011, às 10h00, na escola italiana vão apresentar uma das minhas heroinas de infância: a linha de Osvaldo Cavandoli.




A NÃO PERDER! A NÃO DE DEIXAR AS CRIANÇAS PERDEREM!

Educação moderna











Cedo aprenderás o que quer dizer mordaz. E logo saberás que o tio Quino, que fez estes desenhos é o rei da mordacidade. E que com coisas bonitas te mostra como andam feias as coisas no mundo.

Breve, breve te apresento a minha melhor amiga de infância, a Mafalda. Ela é a grande criação deste tio. Ela foi quem melhor me ensioun a ver o mundo. Não como queriam que eu visse, mas por mim mesma. É uma menina esperta a Mafalda, embora um pouco triste e séria. É adulta, mas criança. Nunca cresce. É de uma época antiga, mas as coisas que diz valem ainda hoje (infelizmente).

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Era uma vez um ratinho

LIÇÃO DO RATINHO.


Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali.


Ao descobrir que era uma ratoeira ficou aterrorizado. Correu ao pátio da fazenda

advertindo a todos:


Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira na casa!!



A galinha disse:

Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me

prejudica em nada, não me incomoda.


O rato foi até ao porco e disse:

- Há uma ratoeira na casa, uma ratoeira!

- Desculpe-me Sr. Rato, disse o porco, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar.

Fique tranquilo que o Sr. Será lembrado nas

minhas orações...



O rato dirigiu-se à vaca. E ela lhe disse:

- O que? Uma ratoeira? Por acaso estou em

perigo? Acho que não!



Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira...



Naquela noite ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima.

A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não viu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa. E a cobra picou a mulher...



O fazendeiro levou a esposa imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre.

Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja

de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal, (matou a galinha).



Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la...

Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco.



A mulher não melhorou e acabou morrendo.



Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo

aquele povo.





Moral da História:



Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o

problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa,

toda fazenda corre o risco. O problema de um, é problema de todos!

terça-feira, 19 de abril de 2011

Onde é que entra o coelho?

Os meninos do kidlink explicam a páscoa e os seus milhentos significados:

http://wwwusers.rdc.puc-rio.br/kids/kidlink/kidcafe-esc/significado.html